‘THIS CHARMING MAN’ (The Smiths)

“A jumped-up pantry boy, who never knew his place”

Oi, eu sou Gustavo! (leia em tom de “oi, eu sou o goku”)

Eu tenho 16 anos, cabelos e olhos escuros; O mais novo ‘criador de conteúdo’, também conhecido como blogueiro adolescente, do Vermelho Canalha. Mesmo que eu possa ser caracterizado ao som da musica no titulo (e o link no fim deste post) às vezes consigo variar do punk-pop rock animadíssimo de ramones àqueles rock n rolls melosos do Metallica, passando pelos solos do Slash de volta ao guns n’roses.

Sou isso mesmo que você imagina, o bom e velho adolescente problemático de sempre, sustentado pelos pais e mal-compreendido pelos mesmos, só consegue ser sentimentalista e abrir o coração com uma única amiga virtual que mora na outra ponta do Brasil, mas que ainda consegue ser zueiro e engraçado com os poucos amigos da escola, e que depois de tudo só encontra graça naqueles memes do facebook. Mas sempre cheio de sonhos e projetos pra vida adulta e também muitas dúvidas.

Quanto aos meus hobbies, sou um apaixonado pelo cinema e séries, contemporâneos e old-school, com uma amante na musica e uma ex-namorada chamada games (com quem ainda tenho alguns casos e uma conta na steam); mas nada que me coloque em  distração dos estudos, estou no ensino médio ainda. Eu ainda pratico esportes físicos (se a aula de educação física da escola pode ser considerada um esporte regular, então sim).

Acho que isso é o suficiente, quanto a mim, aposto que me conhecerão melhor ao longo do tempo com as minhas decorrentes postagens frequentes. É um prazer estar aqui, obrigado à T4M13 por me convidar, e até a próxima, tchauu!! ^^

‘THIS CHARMING MAN’ (The Smiths)
Lyrics:

Punctured bicycle
On a hillside desolate
Will nature make a man of me yet ?
When in this charming car
This charming man

Why pamper life’s complexities
When the leather runs smooth
On the passenger seat ?

I would go out tonight
But I haven’t got a stitch to wear
This man said “it’s gruesome
That someone so handsome should care”

A jumped-up pantry boy
Who never knew his place
He said “return the rings”
He knows so much about these things
He knows so much about these things

I would go out tonight
But I haven’t got a stitch to wear
This man said “it’s gruesome
That someone so handsome should care”
Oh, la-la, la-la, la-la, this charming man …
Oh, da-da, da-da, da-da, this charming man …

A jumped-up pantry boy
Who never knew his place
He said “return the ring”
He knows so much about these things
He knows so much about these things
He knows so much about these things

Agent Phil Coulson

I don’t know if it’s true or not, but I’d be glad if it was.
I like Coulson.

Tyrion

Tyrion Lannister.
Amazing life instructions from an awesome fictitious character.

“Should I give up, Or should I just keep chasing pavements?” Adele

Do you know that feeling when you just can’t forget a song, and you spend the whole day listening to the singer singing in your ears, you sing along and your voices match only in your head?
Well, Chasing Pavements got stuck in my brain, and I couldn’t let it go. I tried, but it didn’t happen.
I was singing in my class, and as an English teacher that’s something good, but my voice is awful.
So, my students and I, we all agreed that as a singer I’m an amazing English teacher 🙂

Anyway, “should I give up, or should I just keep chasing pavements?”

74M13
June 09th, 2014.

Lansdowne – Mississippi

I felt in love for this song and couldn’t find the lyrics anywhere. Then I sent an inbox message to them on Facebook, and they answered me with the lyrics.
Thank you so much, Lansdowne people.

Lansdowne – Mississippi

VERSE ONE
Should’ve known better
Than to mess with the law
But it feels so right
Just to be so wrong
Every city’s got a scar
With a she-devil’s name
I’m a fighter
Living like the world’s on fire
So come on, come on, come
Let’s ride
Shotgun sitting on the darker side
Come on, come on, come on
Don’t stop
Pedal to the floor, can’t get enough

PRE
Maybe it’s too late for me
But I guess we’ll see
So let’s ride

CHORUS
My only weakness
Is I’m falling to pieces
But I’m learning to pick myself up
I like cold hard steel
Something I can feel
It’s on to Mississippi
Let’s go to Mississippi right now

VERSE TWO
I’ve got Mississippi sitting
In the rearview now
.45 in hand
I’m a bad, bad man
Did a little too much sinning
In that one horse town
Shameless
Got more stories than Vegas
So come on, come on, come
Let’s ride
Shotgun sitting on the darker side
Come on, come on, come on
Don’t stop
Pedal to the floor, can’t get enough

CHORUS
My only weakness
Is I leave’em in pieces
But I’m learning to pick myself up
I like pretty little girls
And money in this world
So if you want the money,
Gotta get a little dirty right now

BRIDGE
So take off your uniform
And throw it on the floor
Those handcuffs you’ve been handling
You can check at the door
It’s an ugly with pretty little girls
Grabbing the headboard
Or bentover the hood of my car

VERSE THREE
I was ditching blue lights
She’d been hitching all night
Right thigh out like a welcome sign
I said, “You need a ride?”
She said she wanted to drive
Damn right, girl’s got an appetite
She said, “Maybe it’s too late for me
But I guess we’ll see so let’s ride”

“Like a room without a roof” Happy – Pharrell Williams

That’s it.
Today, I’m feeling like a room without a roof.
I’m gonna move in back to my mom’s place and that is not good. It means I won’t have the freedom I have here in my apartment and, that brought me down, a lot.
I’m really depressed today, but the circumstances will be better soon. I hope.
Nothing is worst than losing our freedom, in my point of view.
Sometimes, God takes some things, so we can re-think our life and what we’ve been doing of it.

That will be a “not so good” weekend.

90 Anos

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Sou descendente desse cara aí. É, esse da foto. Meu vô, João Arruda.
Um cara extraordinário. Um pouco pelos seus costumes um tanto antigos, mas que tem se modernizado com o passar do tempo. Um pouco pela muita idade que tem, pela irreverência, pelo “xucrismo”.
Mas, ele já passou por muita coisa nessa vida, ele já existia no tempo:
– Da Coluna Prestes (1924)
– Da Crise Econômica (1929)
– Da Revolução de 1930
– Da implementação do Estado Novo, por Getúlio (1935)
– No tempo no novo governo de Getúlio, e no ano que Getúlio faleceu
– Do Golpe Militar de 1964
– Do ano da Constituição Federal de 1988
– Do início da República (1989)
– Do governo Sarney, e da morte do Tancredo (1990)
– Dos Caras Pintadas que solicitaram o impeachment do Collor (1992)
– Da implementação do Real (1994)
– Da liberação do casamento homossexual (2013)
– Da Copa das Confederações (2013)
– E das manifestações contra os nosso governantes (2013), ato que ainda não tem nome, mas que terá logo logo.

Não é qualquer um a passar por tudo isso, não é todo mundo que chega aos 90 anos com alegria, sabedoria, saúde, e uma família fabulosa.
Desejamos:
– Que Deus o abençõe sempre, e que esteja sempre lhe protegendo
– Muitas felicidades
– Muitos anos de vida
– Chuleta no disco
– Churrasco sempre que possível
– Caipirinha
– Cachaça de butiá
– Reclamações (seja do que for)
E por último, mas não menos importante:
– Que o senhor não perca mais a sua bengala.

Parabéns pelos 90 anos de existência, e pelos 69 anos que tem cuidado dessa família linda, que lhe ama mais que churrasco com maionese.

“Herói eu nunca fui, mas eu nunca vacilei.” Chorão

By Eduardo Biermann

By Eduardo Biermann

Belas palavras, Chorão.
Mas, infelizmente, seu primeiro vacilo o levou à morte.

Eu era fã. Eu sou fã. Eu serei fã.
O cara realmente não era um herói. Ele era um cara que sabia como falar com os jovens. Eu era jovem. Eu era adolescente quando ouvi Charlie Brown Jr. pela primeira vez, e por causa de um menino que eu estava afim. O menino era skatista, usava roupas largas e eu queria ter o que conversar com ele. Um dia ele me fez ouvir uma música que ele gostava. Que música era, isso eu não lembro, mas eu gostei. Ele me falou o nome da banda e me falou que era a mesma que cantava a música da abertura da Malhação. Malhação naquele tempo começava com “Te levar”.
Parei pra ouvir, gostei, virei fã, comprei CD’s, e desejava ir à um show.
Em 2011, era 11 de fevereiro, quando eu vi Charlie Brown Jr. subir ao palco do Planeta Atlântida, em Atlântida, Rio Grande do Sul. Eu quase surtei. Minha amiga Dulci, com quem divido o blog, nunca foi muito fã, mas me acompanhou porque sabia dessa minha paixão pela banda.
Tirei fotos, surtei, enlouqueci, pirei, subi nos ombros de um desconhecido, apareci no telão, todo mundo me viu e falou “Japa, você apareceu no telão”. Cheguei em casa, vi o vídeo no You Tube, e eu apareço. Printei a página e postei a foto no Facebook. Era a realização de um sonho pra mim.

Pois é, essa é minha história doida sobre o Chorão. Nunca me preocupei com a vida pessoal dele. Todo mundo via, claramente, que ele usava algum tipo de entorpecente, mas ele nunca incentivou a isso. Bem pelo contrário, em cada show, por mais “doido” que ele estivesse, sempre incentivou o amor, amar a família, sempre tinha alguma mensagem de apoio e de motivação para os jovens.
Ele era doido por aquela Grazon. E como ele dizia na música Ela vai voltar, “minha mente nem sempre tão lúcida fez ela se afastar, mas ela vai voltar”. Só que, um dia ela não voltou mais. E um tempo depois ele não “acordou feliz”. Ele sempre incentivou a gente a viver a vida, a enfrentar as dificuldades, nossos pais fazem isso o tempo todo. Mas, ele não conseguiu. Ele era diferente, tinha uma certa influência sobre os jovens que vai permanecer inexplicável.

Ele não era meu herói. Mas, aconselhava. E, de uma certa forma, é bom ver que alguém que tem o apelido de Chorão porque chorava na beirada da pista de skate, por não saber andar, consegue dar a volta por cima e fazer tudo que ele fez. O que ele fez? Música.
Ele amava música. Ele amava a banda e a gente sentia isso. Era realmente a família dele. Continuaremos fãs.
Continuaremos ouvindo Charlie Brown Jr., a diferença é que toda vez que ouvirmos “você deixou saudades”, “eu descobri que é azul a parede da casa de Deus”, “meu lugar ao sol”, “dias de luta, dias de glória”, entre tantas outras frases, lembraremos do Chorão dos palcos, do Chorão que dominava o público. O Chorão que conseguia fazer o público ficar dividido em “tum, tum” e “pá”, e fazia isso funcionar. O Chorão que dizia “eu digo Charlie, vocês dizem Brown. Charlie….”, todo mundo gritava “Brown” e ele sorria.

Quantas vezes aquele sorriso deve ter sido mostrado, enquanto por dentro ele estava com um coração despedaçado?

Era um homem sem Deus.
Era um homem que precisava de Deus.

Já disse Jair Pires:
“Eu comparo a vida de um homem sem Deus,
Uma folha seca Caída no chão.
Que vai para onde o vento levar,
Tudo é tristeza, tudo é solidão
Teu viver é triste, tão cheio de dor,
Seus dias turbados, sem consolação
Assim é a vida de um homem sem Deus,
É uma folha seca caída no chão.”

74M13
Ouvindo: Descubra o que há de errado com você – Charlie Brown Jr.